O universo do futebol perde seu capitão maior
A braçadeira de capitão sempre lhe caiu bem. Porte esguio, olhar penetrante, personalidade marcante. Não tinha jogador que não ouvisse com atenção suas observações, seus conselhos ou, na pior das hipóteses, suas broncas.
Nem Pelé escapava, e foram muitas as vezes que precisou até baixar a cabeça para o grande capitão. E foi esse grande capitão que o futebol brasileiro e o mundo perderam aos 72 anos de idade, cita o G1.
Morreu no Rio de Janeiro, vítima de enfarte fulminante, Carlos Alberto Torres, atualmente comentarista do SporTV.
Nome e sobrenome de craque. O homem do tricampeonato mundial em 1970, no México, que beijou e levantou a Taça Jules Rimet.
Seja como lateral-direito, onde começou na base do Fluminense, seja como zagueiro, sempre desfilou pelos gramados classe com a bola nos pés.
Redação Futebol Bauru
25/10/2016
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