Fifa mantém eleição e presidente não será investigado
Apesar da série de denúncias envolvendo a entidade, o Comitê de Ética da Fifa anunciou neste domingo que a próxima eleição está mantida para a próxima quarta-feira e que o presidente, o suíço, Joseph Blatter não será alvo de investigações por parte da entidade.
Por outro lado, foi punido o presidente da Confederação Asiática de Futebol, Mohamed Bin Hammam, candidato de oposição até a véspera do encontro, quando informou a sua desistência, acusado de propina.
Hammam e o presidente da Concacaf - Confederação de Futebol da América do Norte e do Caribe, Jack Warner, estão suspensos temporariamente de qualquer atividade relacionada ao esporte.
Quarta-feira passada, o comitê havia aberto uma investigação contra quatro dirigentes, entre eles Bin Hammam, por “possíveis violações” de seu código e “alegações de fraude”.
A candidatura do Qatar à Copa-2022, da qual Bin Hammam foi articulador, é acusada por jornais ingleses de oferecer dinheiro a dirigentes para receber votos.
Bin Hamman, 61 anos, que lançou sua campanha com base em uma plataforma anti-corrupção, disse em seu blog que estava desistindo da disputa pelo bem da reputação da Fifa.
Segundo o site da Fifa, a investigação contra Blatter foi aberta a pedido de Bin Hamman.
O secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke minimizou as acusações envolvendo também o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, e afirmou não ver motivos para a eleição ser adiada. Blatter, agora, é candidato único à mais uma reeleição. Está desde 1998 na entidade.
Redação Futebol Bauru
29/05/2011.
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