Empresário dá prazo ao Noroeste para homologar contrato

17/06/2013Noroeste

O empresário Fabiano Luiz Larangeira, desde quarta-feira em Bauru, aguarda posição do Noroeste. (Futebol Bauru)

O empresário Fabiano Luiz Larangeira, desde quarta-feira em Bauru, aguarda posição do Noroeste. (Futebol Bauru)

O Noroeste, através de seu atual presidente, Anis Buzalaf Júnior, com mandato até 5 de janeiro próximo, com a devida aquiescência do CD - Conselho Deliberativo, tem prazo, até nesta terça-feira, para decidir pela parceria-gestão com a empresa FL Work Sport.

 

O ex-zagueiro-volante Fabiano Luiz Larangeira, (com g) diretor da empresa, e que está em Bauru desde a noite de quarta-feira passada, disse não poder esperar mais.

 

“As cláusulas do contrato foram vistas e revistas pelas partes. Alguns pontos foram alterados, acrescentando-se e excluindo-se, mas como um todo, já não existe, de nossa parte, nada mais divergente”, disse Larangeira, 38 anos.

 

O empresário também afirmou ao www.futebolbauru.com.br que “vamos esperar pela posição do clube até nesta terça-feira. Assinamos ou então cada um seguirá seu destino”, garante Fabiano Larangeira.

 

Ex-jogador da base do Caxias (RS), em 2003, e com passagens pelo Cerro Porteño e Sol de América, do Paraguai; Colo-Colo e Everton, do Chile, entre outros clubes, o agora empresário quer definir sobre o Noroeste.

 

“Foi proposto contratato de parceria-gestão com a nossa empresa assumindo, especialmente o departamento de futebol”, disse, sem especificar o tempo de contrato e valores.

 

Fabiano Luiz Larangeira confirmou que “a atual comissão técnica, sob o comando do técnico Luciano Sato está mantida, caso venhamos a assumir”, resumiu ao Futebol Bauru, lembrando que “Noroeste e Bauru precisam voltar a se estreitar”.

 

Ala-meia negociado

O ala-meia Samuel Balbino, formado no clube, foi mesmo negociado. O Noroeste repassou a um grupo de empresários de São Paulo os 50% que tinha sobre o jogador.

 

O DIS holding do Supermercado Sonda não tem participação. O valor da negociação não foi anunciado, mas o site apurou o negócio em R$ 40 mil reais.

 

Os 50% restantes dos direitos econômicos do atleta pertencem 30% a quem o descobriu para o futebol e 20% divididos, igualmente, entre dois empresários de Bauru.

 

Salários pagos

Com os R$ 40 mil reais o Noroeste está quitando parte dos salários de abril e maio, vencidos, a atletas, comissão técnica e funcionários, principalmente.

 

A dívida do Noroeste, entre o salário de novembro de 2012, 13º, abril e maio de 2013, débito a fornecedores e mais tributos fiscais não chega a R$ 500 mil reais.

 

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Erlinton Goulart, Futebol Bauru

www.futebolbauru.com.br

17/06/2013 - 23h52

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