Punidos, atletas recusam servir seleção

29/09/2010Mais Esportes

O zagueiro Rafa Márquez, ex-Barcelona, da Espanha e atualmente no New York Red Bulls, dos Estados Unidos, e mais 13 jogadores da seleção do México exigiram, em carta emitida, não serem convocados até que haja mudanças na conduta dos diretores da Federação de Futebol do México.

 

No comunicado, os atletas se manifestaram contra o dirigente Nestor de la Torre. Os atletas asseguram que passaram a receber tratamento “prepotente” desde que La Torre assumiu.

 

Assinam a carta o goleiro Ochoa, os defensores Rafael Márquez, Rodríguez, Salcido, Moreno e Juárez, os meias Guardado, Torrado e Barreira e os atacantes Vela, Hernández, Esqueda e Giovanni Dos Santos. Todos estão envolvidos em um escândalo que teriam organizado uma festa em 8 de setembro passado.

 

Integrantes da seleção mexicana participaram de uma festa após a vitória no amistoso contra a Colômbia, supostamente com a presença de prostitutas e um travesti. Como punição, 11 jogadores foram multados e Vela e Juárez acabaram suspensos da seleção por seis meses.

 

“É impossível que de la Torre não se desse conta do evento, que cabe fazer menção e ressaltar, realizamos depois de terminada a concentração”, diz o documento, que pergunta onde estava o chefe das seleções nacionais na mesma noite.

 

Os atletas lamentaram que a imprensa esteja tão inteirada das particularidades da seleção, aproveitando para criticar a indefinição quanto ao novo treinador e a longa concentração a que os jogadores foram submetidos antes da Copa do Mundo da África do Sul, encerrada em julho passado com a Espanha campeã.

 

 Redação Futebol Bauru

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28/09/2010.

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