Punidos, atletas recusam servir seleção
O zagueiro Rafa Márquez, ex-Barcelona, da Espanha e atualmente no New York Red Bulls, dos Estados Unidos, e mais 13 jogadores da seleção do México exigiram, em carta emitida, não serem convocados até que haja mudanças na conduta dos diretores da Federação de Futebol do México.
No comunicado, os atletas se manifestaram contra o dirigente Nestor de la Torre. Os atletas asseguram que passaram a receber tratamento “prepotente” desde que La Torre assumiu.
Assinam a carta o goleiro Ochoa, os defensores Rafael Márquez, Rodríguez, Salcido, Moreno e Juárez, os meias Guardado, Torrado e Barreira e os atacantes Vela, Hernández, Esqueda e Giovanni Dos Santos. Todos estão envolvidos em um escândalo que teriam organizado uma festa em 8 de setembro passado.
Integrantes da seleção mexicana participaram de uma festa após a vitória no amistoso contra a Colômbia, supostamente com a presença de prostitutas e um travesti. Como punição, 11 jogadores foram multados e Vela e Juárez acabaram suspensos da seleção por seis meses.
“É impossível que de la Torre não se desse conta do evento, que cabe fazer menção e ressaltar, realizamos depois de terminada a concentração”, diz o documento, que pergunta onde estava o chefe das seleções nacionais na mesma noite.
Os atletas lamentaram que a imprensa esteja tão inteirada das particularidades da seleção, aproveitando para criticar a indefinição quanto ao novo treinador e a longa concentração a que os jogadores foram submetidos antes da Copa do Mundo da África do Sul, encerrada em julho passado com a Espanha campeã.
Redação Futebol Bauru
28/09/2010.
Veja Também
-
Bauru Basket alcança a 19ª vitória, a 7ª seguida, e entra no G8 do NBB
Bauru Basket com atuação espetacular vence no Vale do Paraíba e entra no G8. (Léo Lenzi)
-
Treinador diz que foi ameaçado de morte e lembra despreparo de treinadores
Nelsinho Baptista em seu último trabalho na Ponte Preta em 2024. (GE)
-
Presidente da FPF investigado por gestão fraudulenta e lavagem de dinheiro
Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da FPF (Marcos Ribolli/GE)

