Dirigente preso estava debaixo da cama
O vice-presidente do Comitê Olímpico do Quênia, Ben Ekumbo, foi preso
A prisão faz parte da investigação de esquema de roubo de equipamentos esportivo por dirigentes quenianos que chega ao equivalente a R$ 27 milhões de reais.
No momento da prisão, Ekumbo, que também é presidente da Confederação de natação do país, foi encontrado pela polícia debaixo da cama.
Quatro outros dirigentes já haviam sido presos
Pius Ochieng, outro vice-presidente do Comitê Olímpico do Quênia, e o secretário-geral, Francis Kinyili Paul, foram presos por roubarem kits da Nike. Eles negaram as acusações e foram soltos após pagamento de fiança.
Não faltaram problemas durante a estadia dos atletas quenianos no Rio de Janeiro. Com o fim dos Jogos, atletas foram hospedados em comunidades da cidade, em condições precárias, enquanto aguardavam para embarcar de volta ao país em voos mais baratos.
O chefe da delegação do atletismo, Mmichael Roptich, foi preso após exigir propina de atletas em troca de proteção com avisos prévio de exames antidoping.
No Rio, o Quênia atingiu a melhor performance olímpica da história do país, com seis medalhas de ouro, seis de prata e uma de bronze, todas conquistadas no atletismo.
Redação Futebol Bauru
22/11/2016
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