Copa: Fifa ganha isenção de impostos
Está publicada nesta terça-feira, no Diário Oficial da União, a Lei 12.350 que determina diversas isenções de impostos federais para a Fifa a partir de 1 de janeiro de 2011, com o objetivo de organizar e realizar a Copa das Confederações de 2013 e a Copa do Mundo de 2014.
As isenções são exigidas pela Fifa para que a Copa das Confederações e o Mundial aconteçam no Brasil. As informações são da Agência Brasil.
De acordo com o que determina a nova lei, a Fifa ficará desobrigada de recolher as seguintes taxas e impostos: Importação; sobre Produtos Industrializados (IPI); a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) sobre bens e serviços importados; e a Contribuição para os Programas de Integração Social e Formação do Patrimônio do servidor Público (PIS-Pasep) sobre a importação.
A lei foi publicada com quatro vetos sugeridos pelo Ministério da Fazenda. Um deles era relativo à isenção para obras e equipamentos dos estádios de apoio, que serão usados pelas seleções nas 12 cidades-sede da Copa durante os períodos de treinos.
Segundo o ministério, a desoneração permitiria a “ampliação injustificada de incentivos fiscais para estádios de apoio, cujas características afastam-se das finalidades e das razões que justificam a concessão dos benefícios do Recopa - Regime Especial de Tributação para Construção, Ampliação, Reforma ou Modernização de Estádios de Futebol.
Redação Futebol Bauru
21/12/2010.
Veja Também
-
Bauru Basket bem no 1º tempo, depois o Corinthians dominou
Bauru Basket sobrou em quadra nos dois primeiros períodos diante do Corinthians. (Beto Miller/SC Corinthians)
-
Bauru Basket alcança a 19ª vitória, a 7ª seguida, e entra no G8 do NBB
Bauru Basket com atuação espetacular vence no Vale do Paraíba e entra no G8. (Léo Lenzi)
-
Treinador diz que foi ameaçado de morte e lembra despreparo de treinadores
Nelsinho Baptista em seu último trabalho na Ponte Preta em 2024. (GE)
-
Presidente da FPF investigado por gestão fraudulenta e lavagem de dinheiro
Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da FPF (Marcos Ribolli/GE)

