Chilenos invadem Maracanã e provocam destruição

18/06/2014Mais Esportes

A invasão de torcedores chilenos ao Centro de Imprensa e, posteriormente, ás arquibancadas do Maracanã, repercutiu na imprensa internacional.

 

Os jornais espanhóis AS, Marca, Mundo Deportivo e Sport deram destaque ao episódio que ocorreu pouco antes do Chile eliminar, por 2 a 0, a Espanha, atual campeã.

 

“Torcedores chilenos quebraram televisores, mesas, material de imprensa e até mesmo roubaram a comida da cantina para os jornalistas. O sistema de segurança de jogo da FIFA é terrível e momentos de tensão foram vividos durante a invasão ao Media Center do Maracanã”, relatou o site do Marca.

 

O Mundo Deportivo mostrou vídeo do início da invasão, ainda do lado de fora do Media Center do estádio.

 

Manada de touros

“O grupo entrou como se fosse uma manada de touros. A frente deles estava um grupo de voluntários com medo, eles não poderiam detê-los. A polícia chegou mais tarde, mas o mesmo grupo, a ser encurralado, derrubou uma parede”.

 

O jornal argentino Olé exibiu vídeo da invasão e, apesar de breve, não economizou nas críticas ao noticiar o ocorrido no palco da final da Copa do Mundo, em 13 de julho.

 

Escândalo no Rio

“Escândalo no Rio de Janeiro: dezenas de fãs sem ingressos tentaram entrar à força no Maracanã pelo Centro de Imprensa do estádio. Houve destroços e muitos detidos. Vergonhoso”, escreveu o jornal.

 

Cerca de 100 torcedores chilenos invadiram o Centro de Imprensa do Maracanã. O grupo forçou uma das grades da cerca que circula a área e causou confusão e destruição no local de trabalho de jornalistas estrangeiros e brasileiros.

 

Duas paredes foram derrubadas, a porta principal foi destruída, houve muita correria, gritos, e em pouco tempo o grupo foi controlado pelos “stewards”, seguranças particulares, que em um primeiro momento corriam e gritavam “fechem os portões!”. Pelo menos 90 pessoas foram detidas.

 

Os torcedores chilenos que invadiram o estádio do Maracanã serão deportados e proibidos de voltar ao Brasil, informou a Polícia Federal.

 

Redação Futebol Bauru

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18/06/2014

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